domingo, 30 de dezembro de 2007

Feliz 2008!

Já passou o Natal, é quase Ano Novo. Foi um ano muito bom, com algumas lutas desgastantes mas que conseguimos vencer! Meus desejos de Ano Novo contêm sonhos pequenos e grandes, coisas que dão frio na barriga e que mudam a vida pra sempre.

Fui, estou e sou muito feliz! Neste ano eu decidi largar meu emprego, fiz amigos bacanas, conheci outro continente, me viciei em House, Family Guy e American Dad, perdi amigos caninos e felinos dos quais sentirei saudades até nos reencontrarmos, vi a força que um gatinho de 4 anos pode demonstrar num momento difícil e como ele descobriu o que é importante curtir nessa vida, tive a companhia de minha irmã e minha sobrinha mais velha por quatro meses em casa, fui a um casamento na praia e tomei banho de mar de vestido, ri muito, chorei muito, fui a muitos happy hours, conheci restaurantes incríveis, amei meu marido cada dia mais, aprendi a fazer molho bechamel, me tornei expert em bolacha de nata, fiz vários almoços e jantares, virei fã incondicional de pilates e com ele ganhei músculos, alongamento e uma cinturinha adorável, ganhei o primeiro pedaço de bolo no aniversário da minha sobrinha Dani e a vi linda dançar balé.

Que mais eu posso querer dessa vida?

Obrigada por todas essas coisas maravilhosas que eu vivi! Que venha 2008, pois eu já estou na maior alegria!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Analyze this

Já tentei fazer análise algumas vezes. Na verdade foram 3, com 3 analistas diferentes. A primeira foi há 8 anos, mais ou menos, não me lembro como achei a indicação da analista nem quanto tempo durou. Só sei que decidi parar porque, como cheguei a comentar com ela, parecia que uma conversa no bar com uma amiga teria muito mais efeito que aquelas sessões - e pelo menos teria o divertimento do álcool.

Depois de um tempo eu decidi fazer de novo, estava num ciclo muito auto-destrutivo, relembrando minha infância e culpando meus pais - principalmente minha mãe - pelas minhas agruras de então. Além desss problemas eu também me sentia meio zero à esquerda porque todas as minhas amigas trabalhavam fora, viajavam, tinham pós-graduação e eu ficava em casa, vendendo Natura e Avon.

Um belo dia o sol voltou a brilhar e eu voltei a trabalhar fora, mas continuei a análise. Até que me enchi. Não me acrescentava nada deitar lá de cara pra parede e nem saber o que falar. A cada dia de terapia eu me lamentava e queria desmarcar. Comuniquei o fato por telefone, com a analista me enchendo o saco pra ir lá e conversar. Eu parei de atender os telefonemas dela e ainda fiquei devendo uns dias de terapia. Coisa feia! Mas um típico comportamento meu (que valeria análise, talvez?): tenho dificuldade em enfrentar conflitos e bater o pé pelo que quero. Acabo simplesmente ignorando a pessoa ou a situação com a qual tenho problema.

Por último decidi tentar uma analista que seguisse uma linha diferente. As duas primeiras eram freudianas e essa última era jungiana. Começou legal, parecia promissor, mas também chegou num ponto em que a sensação era de estar patinando, não adiantava nada, não saía do lugar, não me acrescentava nada. Houve duas ocasiões em que eu pensei "ih, que catzo de analista é essa que fala uma coisa dessas?". A primeira foi quando eu estava contando que muitas vezes ficava estressada com as coisas da casa, que eu também trabalhava fora e tinha dias em que eu queria chegar em casa e ter tudo pronto, janta pronta, ser paparicada e toda essa ladainha de mulher-casada-que-trabalha-fora. Contei também que, por conta disso, uma vez eu cheguei em casa bufando, cheia de compras. Assim que o Du abriu a porta eu simplesmente virei e disse "hoje também não tem janta, não tô com saco!". Sem ele ter falado nada. Diante do meu relato ela poderia ter feito toda uma análise do meu comportamento, dizer que eu deveria ter tomado uma atitude diferente, que o Du não era obrigado a adivinhar que eu estava de TPM aquele dia e coisa e tal. Eu reconheço que ela conseguiria pelo menos uns 15 argumentos para me mostrar no que eu poderia ter agido diferente. Mas sabe o que ela me falou? Que na nossa sociedade infelizmente é esperado que as mulheres tenham algumas obrigações a mais que o homem. O QUÊ???? Isso é coisa pra uma analista falar??? Me poupe!!!

A segunda vez foi quando eu até já tinha conversado com ela sobre parar a terapia e ela veio com um papo de que eu gastei várias sessões falando sobre uma das minhas irmãs. Isso porque estava passando por uma situação DIFICÍLIMA com essa irmã, seriíssima, bravíssima, complicadíssima. Não tinha como não falar sobre o assunto, sendo que eu estava péssima, abalada, nervosa, chateada e brava. Além de tudo, era uma situação que não envolvia apenas a mim, mas também meus pais, meus sogros e meu marido. E ela acha que eu só falava da minha irmã?

Por coincidência, enquanto escrevia aqui minha irmã mais velha me ligou pedindo dicas de trânsito. Ela estava saindo da terapia.

Eu até hoje não gostei de nenhuma terapia, nenhuma analista. Não posso dizer de nenhuma delas "ah, nisso eu melhorei por causa da análise". Bem que gostaria.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Novela? Tô fora

Ah, mas que saco. Que bando de gente tonta, ficam comentado porcaria de novela que acaba hoje. Não têm nada mais interessante pra fazer? Cutucar o nariz, por exemplo?

O último a sair apague a luz

A situação na empresa está.. como posso dizer... bem, está uma merda. Estamos sem receber salários há um mês, caminhando para dois. Enquanto isso, nossa presidente está passeando pela Disney. Deve estar se aconselhando com o Pateta.

Eu tenho a (hoje) triste tarefa de cuidar da comunicação interna. Já sou uma pessoa que facilmente se distrai e larga tudo por fazer, imagine nesta situação, em que ninguém me cobra nada, nada estoura prazo. Se eu simplesmente não faço algo, ninguém vem me perguntar o por quê.

Pelo menos tenho me divertido com as piadas que fazemos. Ou então quando algum ser, que ainda obedece as coisas que falam, vem e me diz que eu deveria ter imprimido o mural em papel reciclado. Dã. Isso porque eu tenho a boa vontade de imprimir no lado em branco na semana seguinte. Me poupe.

Mas, como dizem, melhor ouvir (ou ler) besteira do que ser surdo (ou cego).

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Tudo de novo

Lá vamos nós. É a terceira ou quarta vez que eu começo um blog. Sem mais delongas ou explicações, digo que Toti está ótimo e sabe que é amado com todas as minhas forças, por isso não ligou nem um pouquinho quando eu excluí seu antigo blog.

Agora é Só pra mim.