quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Coisas de São Paulo

Saí agora à tarde para comprar caixas de embalagem para minha encomenda de sexta-feira (aos que não sabem, estou de carreira nova: doceira!). Como é aqui perto de casa e eu estou sem carro, fui a pé. No caminho passei por dois buffets infantis, que já estavam recebendo todo o material de decoração.

Na ida ajudei a resgatar um grupo de bexigas que queriam fugir e até "atacaram" uma mulher que passava pela calçada. Na volta ri sozinha ao ver que a viatura que eu imaginava ser da polícia era, na verdade, uma patrulha do Power Rangers, dirigida por um deles devidamente caracterizado - de capacete e tudo - cheia de crianças a bordo, chegando à festa.

Coisas que a gente não imagina mas só vê aqui nessa cidade! Pelo menos eu acho!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Master Pérola da Semana (que apenas começou)

A fofa e inocente atriz Rosane Mulholland, filha dele mesmo, o reitor dos R$ 470 mil em decoração, deu entrevista à jornalista Monica Bergamo sobre o caso do papi.

Entre outras pataquadas, saiu-se com essa que fez a alegria do meu dia: "Olha, eu conheço meu pai desde que nasci". Fiquei estupefata! Ela conhece o pai dela desde que nasceu!!! Tudo bem vai, pode fazer sentido se levarmos em conta alguns filhos da puta da política que, obviamente, devem ter origem paterna desconhecida. Afinal, nenhum filho de puta se chama Junior.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

As fotos da Campus Party

Conforme prometido, seguem as fotos da Campus Party.


Eu, toda nerdinha


Du, todo geek (com a nossa camiseta que fez sucesso)

Nós dois, com nossas credenciais feitas com as fotos de nossa visita à Guinness

Geral da Bienal, na área de Robótica

Papai Noel falando com as crianças

Sumô de robôs - é legal!!!!

A mão que faz o robô

Du e seus amiguinhos que fizeram o robozinho, todos compenetrados discutindo os ajustes

O robô fazendo sua performance obrigatória; ele tinha que cumprir o trajeto marcado com as fitas pretas, empurrar a bolinha pro gol e girar comemorando

Robozitos travestido de "Melissa", seu nome de guerra para a competição de robô mais criativo. Ficou em segundo lugar nessa!

O time vencedor!

Medalha medalha medalha!

Toda a galera de robótica ao final da premiação. O detalhe curioso é que eles estavam crentes que eu era da imprensa, ou pelo menos da mídia oficial da Cparty, e ficaram esperando que eu tirasse trocentas fotos. Tudo porque eu era a única lesada em cima de uma cadeira querendo tirar foto da equipe do Du

E olha o que eu achei no orkãt: uma foto d'eu de pé, tirando a fotenha acima!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

#cparty - dia 4

Nosso último dia aqui. O plano era ter chegado a tempo de ir ao planetário às 10:30, mas acordamos somente às 11:30! Fomos dormir tarde ontem, pois saímos da Bienal quase à uma da manhã e ainda emendamos na Ofner pra um salgado. No final das contas eu estava toda contenta, foi um dia bem legal.

Vou tentar resumir o dia de hoje com fotos (em breve), mas adianto que está muito bacana. O time do meu amor ganhou a competição de robôs móveis e vai ter premiação!

Tudo isso me fez ter um desejo: se um dia eu tiver um filho, quero que ele seja um nerdinho! Quero vê-lo montando robôs, máquinas e afins pela casa, junto com o pai!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

#Cparty - dia 3 (pra mim)

Hoje não estou tão animada. Estamos aqui há quase 7 horas, acho que cansei. Viemos a tempo de assistir um debate sobre e com hackers, mas se eu que não sou "do ramo" já achei meio besta imagine pra quem é. Foi uma coisa bem pra jornalista ver, choveram no molhado, explicaram o óbvio. O mediador era sociólogo, então levava a coisa num jeito meio Tuca Zazauera de ser. Tinha muita coisa legal pra se perguntar além de "quem são seus ídolos hackers?". My god. Atendendo a uma reclamação de meu cônjuge, leiam aqui o Manifesto Hacker. Garanto que vale mais a pena que a minha explicação do debate.

Depois disso fomos comer nossa já tradicional pizza do Piola, seguida de sorvete Haagen Dazs (nerds comem bem!). Quando voltamos pro espaço do evento eu ameacei xilique porque o Du sumiu, eu não conseguia me logar no note e nem completar uma ligação no celular. Pra não ficar no meio dos nerds com cara de quem não sabe a raiz quadrada de 9, fui ver a palestra do Marcos Pontes, o sempre presente primeiro astronauta brasileiro. Logo que sentei o Du me achou e eu desisiti da palestra. Levar a bandeira brasileira pro espaço? Grande coisa, tantos políticos já mandaram o país inteiro pra lá bem antes dele.

Um pouquinho de internê e mais um momento inusitado: um campista já tiozão veio com um gravador e perguntou se poderia falar comigo. Tinha um jeitão de professor solteiro que mora sozinho. Tascou as perguntas: qual o seu nome? Qual a sua idade? De onde você é? O Que faz da vida? Que tipo de sociedade você quer? Segundo o Arthur, com quem falei via MSN assim que essa cena inusitada aconteceu, eu deveria ter respondido "a do anel" pra essa última pergunta. Mas acabei sendo super batutinha e mandei "uma sociedade mais justa e onde as pessoas saibam viver em comunidade".

Na sequência fui ver uma peça de teatro - sim, você leu direito, peça de teatro. Claro que sobre um tema nerd. A história explicava - e endeusava - o sistema Linux, e contou com a participação ilustre de John "Maddog" Hall (na foto - fonte Reuters), presidente da Linux International. Ele parece o Papai Noel, é adorado pela maioria dos campistas e é muito simpático, vive tirando fotos e conversando com todo mundo aqui.

O Du fez seu curso de robótica, fez o robozinho andar e agora foi conferir o recorde de overclocking que acabaram de quebrar aqui. Depois que eu entender o que é, tento explicar. Enquanto isso... são 23:58 na Bienal.

O apaixonante Timmy

Conforme prometido, apresento o Timmy: o (nem tão novo) membro da família da minha sister Célia e minha sobrinha Carol.

Ele foi achado por minha sogra no ano passado, no final do mês de setembro. Estava no meio de um terreno cheio de mato, parecendo uma macumbinha, tadinho, deitado numa tigela, todo encolhidinho, cheio de gravetos espetados em seu pelo comprido. Apesar da super lotação do abrigo que mantém, ela não teve coragem de deixa-lo lá, pois ele estava doentinho; ela notou que ele balançava a cabecinha sem parar.

Levou então o bichinho à veterinária, que explicou que seu problema era devido à cinomose que ele teve e que deixou essa sequela neurológica. Segundo o site Homeopatia Veterinária, a cinomose é uma doença infecto contagiosa, causada por vírus, e que afeta apenas os cães entre os animais domésticos. Pode ocorrer em animais de qualquer idade, caso não estejam vacinados contra esse enfermidade. Não tem qualquer efeito em humanos.

Provavelmente ele deve ter ficado doente e foi abandonado pelo dono (pra não chamar de outra coisa) depois que ficou malzinho. É poodle, meio branquinho, meio champanhe, de rabinho comprido, e ainda novinho, sua idade foi estimada em 8 meses. É um doce, muito doce, dulcíssimo. Eu o conheci no dia em que ele foi encontrado e acabou indo pra casa da minha sogra já que precisava de alguns cuidados mais frequentes, remedinhos e comida. Não lembro que dia era, mas sei que nesse dia foi exibido o último capítulo da novela Paraíso Tropical - noveleiras, ajudem-me! Não me esqueci disso pois enquanto a mulherada se expremeu na sala pra assistir, eu fiquei no escritório, com ele dormindo exausto no meu colo. Devia estar relaxando pela primeira vez na vida o pobrezinho. E balançando a cabeça como que dizendo sim pra tudo!

A Carol, minha sobrinha mais velha e um dos amores da minha vida, tinha ido junto comigo nesse dia. Não ficou o tempo todo com ele pois adora uma novela! Mas a cada intervalo ía lá vê-lo e brincar. Depois desse dia foi de novo comigo lá para visita-lo, falou dele pra minha irmã e de repente estava apaixonada por ele, a ponto de doer seu coração cada vez que tinha que ir embora das visitas.

O inevitável aconteceu: ela quis adotá-lo! Deu tudo certo e ele ganhou uma nova família, um novo lar e muito amor. Sempre foi super alegre, brincalhão, adora uma farra e faz festa pra todo mundo. Toma remédio de alopatia, homeopatia e ganhou acupuntura pra ver se suaviza seu tique nervoso. Só nessa hora ele dá trabalho, como todo poodle que se preza dá seu piti pra não levar as agulhadas. E sabe que ele está melhorando?



Ah, já ía quase me esquecendo! O nome dele vem de Tremilique! Aí fomos brincando de tremelique, trimilique, timilique... e ficou Timmy!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Afeiçoei-me

Gentem, ai, gamei na Campus Party. A verdade é que ontem eu fiquei toda orgulhosa do meu marido montar robozinho e entender tudo! Eu, que me confundo até somando 2+2, me sinto a Carla Perez do "i de iscola" no meio dessa nerdaiada toda.

Mas além do orgulho matrimonial há também o clima do evento, que é indescritível. Todo mundo numa boa, falando do assunto que mais gosta, sem bagunça, sem briga, sem álcool nem putaria. Você pode deixar seu notebook em cima da bancada e ir até o banheiro ou à cantina. Na volta ele estará lá.

Tá certo que o esquema de segurança é bacana, os equipamentos são registrados e você tem que mostrar a identificação cada vez que sai da arena. Mesmo assim acredito que boa parte desse sossego é resultado da índole dessa galera, que não tá interessada em "mardade".

Hoje viemos fantasiados de casal nerd. Em nossa viagem a Londres compramos uma camiseta com o desenho de uma noiva feliz e um noivinho triste com os dizeres "Game Over". Fomos fotografados 3 vezes! Duas vezes por campistas e uma vez por um jornalista, que até pegou nossos nomes. Não perguntei de onde ele era... vou ficar caçando a foto, espero que ele publique! A verdade é que fiquei me sentindo A CAMPISTA, a nerd absolutamente inserida no contexto tecnológico da coisa.

Como se não bastassem todas essas emoções, consegui despertar a atenção de um nerd. O Du, que tinha ido ver a parte de Games, veio ligeirinho ficar junto comigo pra afugentar o cara. Olha que moral a minha: fiz o cara prestar atenção em mim e não no computador! Ganhei até do tiozinho do Linux que estava dando palestra! Mas eu nem vi a cara dele, estava super ocupada vendo as fotos da festa baile funk carioca da Sabrina Sato no Glamurama.

Assim como ontem, hoje também tenho uma confissão: eu queria entender esses assuntos sobre os quais falam aqui, é tudo tão legal que eu queria ser um deles! Acho que eu até ficaria acampada se fosse um assunto da minha compreensão. Mas olha só, aprendi a escrever o nome do evento como um legítimo representante: #cparty. Daqui a pouco vou acabar entendendo como funciona o Twitter e me arrumar um também. Mas eu vou continuar achando astrologia muito mais útil e coerente que astronomia, isso vou mesmo, não importa o que aconteça com o meu cérebro.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Assine já!

Vamos lá galera, vamos assinar e fazer nossa parte para que a pesquisa com células-tronco não seja interrompida por causa de seres obscuros que insistem em apregoar motivos religiosos em decisões de um Estado LAICO. Assinem!!!

Estou em Nerdstock

Enfim, eu vim ao Campus Party. Escrevo neste momento usando o notebook do Du, sentada em uma bancada imensa, dentre as inúmeras aqui da Bienal. O que é o Campus Party? Ainda não sei. O que as pessoas vêm fazer aqui? Não tenho a mínima idéia. Qual o objetivo disso tudo? Tão indecifrável quanto o sentido da vida. Eu só me inscrevi por causa do amor. É, vim acompanhar meu marido, geek assumido, para que não viesse sozinho ao evento - se bem que falhei nos dois primeiros dias. Por conta de toda essa falta de respostas, acabei inscrita na área de Robótica (?!).

Chegando ao Ibirapuera, vi vários nerds cabeludos circulando perto da Bienal. Eles tinham um quê dos chamados headbangers da minha época de colégio, com aquele visual largado, cabeludo, barba por fazer. Creio que nunca haviam chegado tão perto de uma árvore como fizeram agora. Fui pegar minha credencial, vi dois nerdinhos com mais cara de representantes típicos da área. Fiquei imaginando se eles já deram um beijo alguma vez na vida. Sem contar na mãe.

Já de crachá no pescoço, feito o Bozó, o Du foi me levando pelo maravilhoso mundo da Campus Party. Há pessoas acampadas no primeiro e no último andar do prédio. Se a Angelina Jolie baixar aqui, desavisada, é capaz de querer adotar algum dos campistas, achando que são refugiados de guerra. Brincadeira, brincadeira. Todas as barracas são padronizadas com o logo da Telefônica, não tem como confundir.

Há uma área pública em que qualquer um pode entrar. Lá não há ar condicionado, mas concentra todos os stands com algum tipo de brincadeirinha interativa. Há um stand da TV Cultura em um da CBN, ambos com transmissões ao vivo de sua programação. Vi o Juca Kfouri e o gordinho do Vitrine. Também foi nessa área que comi um sandubinha do Piola.

A área do evento propriamente dita não passa de um mar de bancadas de um lado, com conexão à internet bem rápida (5,5 Gb, eba!), uns banners em cima dessas bancadas agrupando as diversas áreas do evento (blogs, robótica, simulação etc.), e do outro espaços para apresentações, palestras e "performances". É, performances. Quando cheguei aqui acontecia a performance de Marcelo Tas, uma menina da MTV e o tio do ídolos que parece a Priscila da TV Colosso, sentados numa bancada e falando sobre um assunto que eu não sei qual era. No meu tempo isso se chamava debate ou palestra, mas aqui resolveram chamar de performance. Whatever. Os jornalistas ficam em um aquário, onde chegaram a colocar avisos de "Não alimente". Diz a lenda que a conexão deles é mais lenta.

Vi algumas CPUs "artísticas", em forma de caveira, hi-fi, boneco de seriado japonês etc. Confesso que não mudou minha vida. Falando em CPUs, ah que ingenuidade a minha! Quando soube do credenciamento de equipamentos logo fiz piada: "até parece que alguém vai levar o desktop", achando que seria coisa de português. Santa ignorância, Batman. O que mais tem aqui são CPUs em cima das mesas. Trouxeram até os enfeitinhos que ficam em cima das máquinas.

Fiquei curiosa pois há um grande grupo de pessoas com adereços ao estilo "comprados na 25 de Março para animar a festa de casamento" (nada contra a idéia, eu particularmente adoro e tenho minha coleção particular de perucas, maracas e óculos coloridos). O que me intrigou é que a única explicação pra isso é que eles vão jogar RPG Casamento do Primo Osvaldo.

Mais uma confissão: dá até um medinho de ficar aqui sozinha - o Du está agora numa palestra de robótica, que deve terminar em 1h30min. Como já falei acima, estou na bancada, escrevendo, no meio de nerds, geeks e afins. Sou minoria absoluta. Todos eles sabem porque estão aqui, qual o sentido disso tudo. Menos eu.

Fiquei com tanto medo que nem digitei o título do post enquanto escrevia o texto. Deixei bem pro finalzinho.

White Sandy Beach of Hawai'i

Preciso ir para o Havaí. Essa música me fez querer isso desesperadamente.



O nome do cantor é Israel Kamakawiwo'ole; é ele também quem canta a famosa versão de Somewhere over the Rainbow, medley com What a Wonderful World. Muito querido no Havaí, onde também era chamado de Brudda IZ (não descobri se é uma corruptela de "brother"), Israel morreu em 26 de junho de 1997, vítima de complicações causadas por sua obesidade mórbida.

Passei meses atrás da música e consegui encontrar um CD, que não pára de tocar no meu carro. Aloha!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Quase lá

Eu deveria estar na Nerdstock, também conhecida como Campus Party (não me pergunte o que é, porque até agora eu não entendi), mas não estou. Deveria estar num happy hour de ex-empresa, comentando a última Exame, mas também não estou. Estou em casa, assando na casa fechada por causa da chuva, abafada por causa das sopas no fogo e da secadora ligada, com o cabelo mal e porcamente enrolado na tentativa de um penteado diferente do meu liso pós-escovas progressivas e, mais importante de tudo: tentando me curar de uma gripe-dor-de-garganta pentelhésima.

Desde a semana passada estou numa sucessão de dias mal vividos. Começou na quarta-feira, quando senti a garganta dando sinais de problemas. Na quinta-feira acordei com ela bem pior, o que foi até um certo alívio porque eu deveria começar o treinamento físico no Ibirapuera e não tinha a menor vontade. A garganta foi a desculpa perfeita. Porém, o castigo veio a galope e eu comecei a ter enxaqueca. Só que não podia tomar o remédio costumeiro porque, bem, eu não podia. Depois eu conto. Mas o fato é que eu amarguei uma noite horrorosa, de dor insuportável, enjôo e dor de garganta, tudo numa dose tão forte que eu tinha vontade de correr em direção a parede pra meter os chifres nela e ficar desacordada.

O dia veio e com ele vieram minhas drogas pesadas, graças aos deuses. Tomei meus comprimidos e lá se foi a enxaqueca, me deixando em paz. Mas ficaram a dor de garganta e uma gripe amena. No sábado meu pecado foi caminhar um pouco pelo bairro, debaixo de um sol de lascar. Anta. Quando chegou a noite, veio também a Gripe com g maiúsculo, com todos aqueles sintomas peculiares como coriza, mal estar e sonolência. E tome Resfenol.

Domingão inútil, jogada na cama, depois jogada no sofá, depois jogada na cama de novo. Acabei despertando pra ver o Grammy e a Amy ganhar os 5 prêmios e não deixar nada praqueles arremedos de Britney.

Segunda feira de sensação mareada, com os ouvidos entupidos como se tivesse passado o dia todo na piscina. Tive que sair pra fazer compras, a geladeira fazia até eco de tanto vazio. Mas voltei me sentindo mal.

Terça, mais um dia acordando tarde. Os ouvidos continuam entupidos, mas melhorei. Levei o Timmy na acupuntura (preciso apresenta-lo aqui também), voltei pra casa, mas acabei ficando meio mole de novo.

Por isso resolvi ficar. Se fosse ao happy hour, não poderia beber nada gelado; se fosse ao Nerdstock, ficaria me sentindo mal num lugar onde não teria nada pra fazer durante horas. Resultado: uma sopa de ervilha, uma panela de lentilha, algumas roupas lavadas, um cabelo que ficou mais ou menos e ouvidos que continuam de piscina. Mas tudo no conforto do lar.