quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

20 anos depois

Ontem eu me senti em um filminho americano de high school, daqueles com o reencontro de alunos do colegial depois de alguns anos. Foi o seguinte: cheguei atrasada, pra variar, na aulinha do Tato e fui entrando correndo com ele. As outras crianças já estavam espalhadas pela sala, o que significa que já havia acontecido o ritual inicial de sentar em roda e cantar a musiquinha de boas vindas (ainda tem que colocar hífen? Não sei mais escrever!).

Pois bem, o Tato começou a zanzar, eu indo atrás dele, e eis que vejo uma das mães que me parecia familiar. Fui perguntar se ela havia estudado no mesmo colégio que eu e sim, havia estudado lá, era ela mesma. A parte filme de high school da coisa é porque ela ainda tem o mesmo cabelo, da mesma cor, mesmo corpo (mesmo depos de ter tido gêmeas - ela era da turma das atletas-loiras-populares), a mesma cara, o mesmo jeito. Bom, a mesma cara eu também tenho, ela e eu temos um pouquinho de tempo estampado no rosto, afinal, lá se vão 20 anos. Mas eu me senti do grupinho das feiosas gordinhas, sabe. Mesmo depois de anos, me senti impopular. Será que isso nunca acaba?